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3 ícones LGBTQIAPN+ da música brasileira: superando a ignorância com sucesso

Foto do escritor: Neomarsha UFC
Neomarsha UFC
21 de mai.
2 min de leitura
 Como a música brasileira se tornou um palco de liberdade, onde ser quem você é deixou de ser tabu para virar sinônimo de sucesso.

Por Davi Brandão


A música possui diversos poderes: ela anima, entretém, faz rir e chorar. No entanto, nenhum deles é tão significativo quanto a capacidade de quebrar tabus e barreiras estabelecidas há décadas. Mas quais barreiras seriam essas?


Entre elas estão, sem dúvida, a discriminação e o preconceito contra a diversidade sexual. Embora essas violências ainda existam na indústria musical, hoje elas são combatidas com muito mais força do que no passado.


Foi a resistência a essas opressões que permitiu a ascensão de artistas que hoje brilham sem medo, representando de forma magistral a comunidade LGBTQIAPN+.


Um dos grandes símbolos dessa representatividade é a cantora Gloria Groove. Com suas músicas contagiantes, ela se tornou uma estrela pop nacional, desafiando a imposição preconceituosa de setores conservadores e intolerantes. Trata-se de uma trajetória marcada por obstáculos, mas coroada por um sucesso indiscutível e merecido.


Pabllo Vittar é outro exemplo incontestável de superação. Ao estourar nacionalmente, a cantora enfrentou a ignorância daqueles que não aceitam conviver com o diferente. Superando a truculência dos falsos bastiões da moralidade, Pabllo se consolidou como uma das maiores artistas do Brasil.


Em cada uma de suas músicas, ela faz questão de erguer a bandeira da liberdade individual e da diversidade, quer os conservadores gostem ou não.

Completando essa tríade de talento e resistência, temos Lulu Santos. Dos shows lotados e músicas tocantes até sua participação no palco do extinto The Voice Brasil, Lulu sempre carregou a bandeira da diversidade, marcando gerações.


Sua trajetória prova que o preconceito, por mais que os tolos relutam, acaba sempre se curvando perante o talento.

O desejo é que a diversidade saia sempre vencedora de suas lutas. Como diria Pabllo Vittar, seguiremos "mandando ver"; respeitando "toda forma de amor", como eternizou Lulu Santos; e lembrando que, como sugere Gloria Groove, ser você mesmo é um verdadeiro "dom da vida".


Por isso, viva a diversidade e abaixo a discriminação disfarçada de conservadorismo dos "cidadãos de bem". Artistas como Lulu, Pabllo e Glória provam que a arte foi, é e sempre será um sinal de resistência contra o preconceito.


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